terça-feira, 23 de agosto de 2011

Croquis_Museu da Pampulha

   No dia 22 de agosto, visitamos o Museu da Pampulha, em Belo Horizonte.
  O prédio encontra-se ao redor da lagoa da Pampulha e foi projetado por Oscar Niemeyer, no início da década de quarenta, e a princípio funcionava como um cassino. Considerando isso, analisamos e discutimos a estrutura e a estética do prédio. Também interpretamos as intenções de Niemeyer na escolha de materiais e formas e quais as sensações que essas escolhas causam nas pessoas ao entrar em cada compartimento.

   Este é o desenho de parte da entrada do museu. Nele podemos perceber a mistura de formas planas e perpendiculares (parte superior) com formas curvas (pilastras e estrutura inferior). Percebe-se que apesar dessa mistura há uma harmonia no conjunto. Ao posicionar-se debaixo das estruturas planas tem-se a sensação de estar dentro e fora ao mesmo tempo. Isso ocorre por estarmos em uma região coberta, mas que não possui estruturas verticais
   Este é o desenho da parte interior, vista do terceiro piso, onde é possível uma visão ampla do local. A rampa é o maior destaque do prédio e evoca a elegância de desfilar por uma passarela (considerando que foi projetada para um cassino frequentado por pessoas pertencentes à classe média alta). Os desenhos com as curvas foram bastante trabalhados e passam a ideia de suavidade. A parede do fundo é recoberta por espelhos de cobre e reflete o movimento do salão e a paisagem do lado de fora, novamente tem-se a mistura do que está no interior com o que se encontra no exterior.
que nos separam da parte exterior. Dessa forma, o interior e o exterior se confundem. O que também contribui para essa impressão é o fato da estrutura curva ser feita com vidros e suportes de metal, o que permite avistar a paisagem da lagoa, mesmo estando no interior.

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